Logotipo do DAEV Logotipo do DAEV Logotipo do DAEV
 Busca
Conheça o DAEV Agência virtual Notícias Pesquisa Escolar Licitações Finanças
 
Estação de Tratamento de Esgotos Sanitários - ETE Capuava

Estação de tratamento de esgotos de Valinhos (2005)
A Estação de Tratamento de Esgotos de Valinhos é constituída dos seguintes componentes principais:
Grade grossa e medidor de vazão.
Logo após a chegada dos esgotos foi instalada a grade grossa (executada em aço carbono zincado a quente e operação manual), com abertura de 4 cm. Há também um medidor de nível d’água na calha Parshall (por ultra-som) e registrador e integrador automático de vazão.
Material retido na grade grossa (2006)
Foram instalados três conjuntos elevatórios, sendo um de reserva, cada qual com capacidade de recalque até 300 l/s; e variador de freqüência, para cada conjunto elevatório para o melhor funcionamento e operação do sistema.
Edificação da elevatória de esgotos (2006)

Bombas de recalque da elevatória de esgotos (2006)
Peneira rotativa e caixa retentora de areia.
Os esgotos brutos são recalcados para a peneira rotativa. Logo após a peneira rotativa, há uma grade fina mecanizada com perfil circular e uma grade manual, com barras de secção retangular executadas em aço carbono zincado a quente, com abertura de 1 cm, dispostas lado a lado em dois canais com largura de 1,60 m cada, para ser utilizada em ocasiões de manutenção da peneira rotativa.
A seguir os esgotos são distribuídos para duas caixas de areia mecanizadas (em paralelo), de sessão quadrada, em planta, com lado de 6,0 m. Para evitar exalação de odores neste conjunto, os gases serão succionados e enviados a um reator para tratamento de gases. Essas caixas de areia, assim como as grades, têm condições de atender ao sistema, até o ano 2018. Essas caixas de areia são mecanizadas e dispõem de dispositivo para remoção de areia, com baixo teor de matéria orgânica.
Peneira rotativa (2006)

Caixa de areia (2005)
Reatores anaeróbios de manta de lodo.
Os efluentes remanescentes, da caixa retentora de areia, têm acesso ao módulo do reator anaeróbio de fluxo ascendente e manta de lodo. O lodo descartado (manualmente) deste módulo tem acesso, por gravidade, a um poço de sucção de onde é recalcado para as centrífugas. Os gases coletados nas calhas existentes na parte superior do reator anaeróbio são destinados ao queimador tipo “FLARE”, ao passo que os gases exalados na superfície dos reatores serão encaminhados para reatores de leito fixo, para tratamento físico-químico e biológico. Os reatores anaeróbios são cobertos, para evitar a exalação de maus odores. Os reatores anaeróbios de fluxo ascendente, consagrados no mundo todo como reatores UASB (Upflow Anaerobic Sludge Blanket), funcionam ao mesmo tempo como decantador primário, reator biológico e digestor de lodo (CAMPOS et al., 1999).
Reator anaeróbio de manta de lodo (2006)
Sistema de flotação.
O sistema de flotação dispõe de sistema para aplicação e dosagem de polieletrólito (dois tanques e duas bombas dosadora), uma câmara de saturação e um tanque de flotação. O lodo flotado tem acesso a um poço de sucção com sistema de recalque. Este sistema recalca lodo para a saída da caixa de areia, ou para o poço de sucção da centrífuga. Como há necessidade de se pressurizar parte do efluente dos flotadores nas as câmaras de saturação, foi instalada elevatória específica para esse fim.
Flotador (2006)
Desidratação de lodo.
O lodo removido dos módulos de reatores anaeróbios tem acesso, por gravidade, até poço de lodo, de onde é recalcado até a centrífuga. O líquido drenado nesta instalação retorna ao reator anaeróbio.
Centrífuga (2006)
Tratamento e queima de gases.
Os gases coletados nas calhas de coleta de gases dos reatores anaeróbios são queimados em um queimador de gases tipo “FLARE”. Os gases exalados na superfície dos reatores anaeróbios serão exauridos mecanicamente e enviados a unidades especiais para seu tratamento. Para evitar exalação de odores no poço de sucção da elevatória de esgotos brutos e nas instalações das grades e das caixas de areia, foi prevista sucção de gases, que são encaminhados a reatores de leito fixo.
Queimador tipo “Flare” (2005)

Biofiltro de turfa orgânica natural (2006)

Biofiltro de turfa orgânica natural (2006)
Destino do lodo.
O lodo desidratado na centrífuga é encaminhado para aterro industrial.
Aeração do efluente.
O efluente é aerado no próprio processo de flotação e através dos desníveis (degraus) na canalização de saída da ETE até o corpo receptor.
Canal de saída (2006)

 

Departamento de Águas e Esgotos de Valinhos
Endereço: AV. Orozimbo Maia, 1054 - Jardim Pinheiros ETA II